Cerca de 24 mil produtos dos dados abertos da ANVISA para prescrever pelo nome comercial ou pelo princípio ativo. A alergia do paciente e a interação entre os itens da receita são conferidas antes de assinar, e não depois que o documento saiu.
- Cerca de 24 mil produtos vindos da base de dados abertos da ANVISA, buscáveis por nome comercial, por princípio ativo e por apresentação
- Alergia do paciente cruzada com os itens da receita no momento de gerar o rascunho: com conflito, a emissão trava e só segue com justificativa escrita
- A mesma checagem de alergia se repete na hora da assinatura, para pegar a alergia que foi cadastrada depois que o rascunho já estava aberto
- Interação medicamentosa conferida entre os itens da receita a partir de uma base curada de pares críticos, com a fonte e a data de revisão gravadas em cada regra
- Regra sem fonte e sem data de revisão é descartada pelo sistema em vez de alertar: alerta sem procedência é pior do que alerta nenhum
- Reconhecimento de substância controlada pela Portaria 344/98, com cerca de 113 princípios ativos mapeados nas listas A, B e C
- O modelo do receituário é escolhido a partir dessa classificação: notificação, controle especial ou receita simples, sem depender de o profissional lembrar qual é qual
- O casamento do princípio ativo é por palavra inteira, e não por pedaço de palavra, porque busca por trecho já classificou corticoide como entorpecente em produção
- Substância desconhecida devolve "não sei" em vez de um palpite de que é simples, para a dúvida chegar a quem prescreve
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